“Espírito Perdido” nasceu de um período tumultuado na vida do autor: o retorno abrupto a seu país de origem após anos vivendo bem adaptado a outra cultura. O choque cultural reverso ao trocar a vida estabelecida nos EUA por um recomeço repentino no Brasil trouxe à tona a sensação de não se sentir mais parte do lugar onde nasceu, além de diversos questionamentos sobre seus sonhos e objetivos.

Após longas conversas com a amiga dos tempos de faculdade,  P. J. se rendeu ao exercício de transferir seus anseios para a página em branco; para a mente de outra pessoa. Nascia assim a protagonista, Keana, uma jovem de origem incerta, determinada a descobrir do que é capaz e a buscar seu lugar no mundo.

“O pano de fundo da história foi se revelando aos poucos. Além de questões existenciais, que acabaram originando os personagens, dúvidas que trazia comigo sobre a origem do universo e sobre os primeiros passos da humanidade começaram a se revelar em paralelo. Quando me dei conta, as questões de Keana e seus amigos estavam atreladas a mistérios da científicos que cercam os primórdios da raça humana: tudo regado à muita fantasia, é claro. A cada cena escrita, o mundo ganhava corpo e os personagens também. Foi impossível parar de escrever.”

A primeira versão do livro, chamada à época “As Anacrônicas de Keana Milfort”, tinha cerca de 800 páginas, quase o dobro de Espírito Perdido. “Foi muito importante escrever em grande escala para que o reino de Divagar ganhasse mais densidade e que as regras do jogo e os conflitos políticos deste novo mundo ficassem claros tanto para mim quanto para os personagens. As tramas que não chegaram à edição final do primeiro livro poderão ser vistas no próximo… ou próximos”.

Finalizar um projeto desse porte não seria possível sem a ajuda de amigos queridos e profissionais talentosos. Conheça a equipe que ajudou a colocar Divagar no mapa.

 Primeira leitora beta e madrinha de Divagar. Tainá leu, comentou e deu sua benção para a primeira versão do livro, “As Anacrônicas de Keana Milfort”, um ingênuo exagero criativo de 800 páginas.

Geógrafa e fã de fantasia responsável pelas pesquisas sobre o período do Pleistoceno, que garantiram coerência científica nas descrições das paisagens, vegetação e reino animal, bem como possibilitaram a confecção do mapa de Divagar.

Arquiteto e estilista responsável pelas pesquisas que garantiram veracidade e personalidade na descrição das construções e vestimentas presentes  em Divagar.

Editora literária responsável pela condensação das 800 páginas do manuscrito original no livro final. Amelia foi fundamental na hora de priorizar quais tramas eram mais centrais que as outras, uma vez que o autor teve dificuldade em ‘cortar na própria carne’.

Designer gráfica responsável pela formatação e estilo do projeto como um todo. Seu talento e olhar sofisticado e detalhista pode ser visto nos livros, eBooks, mídias sociais e até mesmo neste site.

Desenho da capa e das ilustrações marcantes espalhadas pelo  interior do livro.

Logotipos da série “Finita Eternidade” e do primeiro livro, “Espírito Perdido”.

Revisão de prova de “The Missing Spirit”; detectora-mor de pontuações exageradas, capitalizações equivocadas, quebras de ritmo e erros de continuidade.

Criação dos ícones e símbolos divagarianos, além da confecção do mapa de Divagar.

Tradução de “The Missing Spirit” para “Espírito Perdido”; um processo inusitado para alguém acostumado a traduzir autores que jamais encontra para cafés e que não entendem o português.

Parceiros na preparação da tradução, revisão de prova, impressão e distribuição da versão em português, “Espírito Perdido”.

Assessoria de imprensa de Espírito Perdido.

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